O Rio de Janeiro continua lindo
O Rio de Janeiro continua sendo
O Rio de Janeiro, fevereiro e março
Alô, alô, Realengo - aquele abraço!
Alô, torcida do Flamengo - aquele abraço
Chacrinha continua balançando a pança
E buzinando a moça e comandando a massa
E continua dando as ordens no terreiro
Alô, alô, seu Chacrinha - velho guerreiro
Alô, alô, Terezinha, Rio de Janeiro
Alô, alô, seu Chacrinha - velho palhaço
Alô, alô, Terezinha - aquele abraço!
Alô, moça da favela - aquele abraço!
Todo mundo da Portela - aquele abraço!
Todo mês de fevereiro - aquele passo!
Alô, Banda de Ipanema - aquele abraço!
Meu caminho pelo mundo eu mesmo traço
A Bahia já me deu régua e compasso
Quem sabe de mim sou eu - aquele abraço!
Pra você que meu esqueceu - aquele abraço!
Alô, Rio de Janeiro - aquele abraço!
Todo o povo brasileiro - aquele abraço!
“Aquele Abraço” (Gilberto Gil, 1969).
José Abelardo Barbosa de Medeiros (Surubim, 30 de setembro de 1917 — Rio de Janeiro, 30 de junho de 1988), o Chacrinha, foi um comunicador de rádio e televisão brasileiro, além de apresentador de programas de auditório, sucesso na TV dos anos 50 aos 80.
Conhecido como Velho Guerreiro, em 1987 foi homenageado pela Escola de Samba carioca Império Serrano com o enredo “Com a boca no mundo - Quem não se comunica se trumbica.”
Faleceu de infarto aos 70 anos, em 1988, no Rio de Janeiro.
O humor nos filmes de Buster Keaton, basicamente, se fazia através das chamadas gags; corridas, quedas, fugas. Uma das grandes inovações de Keaton, no entanto, é o fato de sua comédia se basear num personagem impassível, que mantém as mesmas feições diante dos fatos ocorridos. Isso explica os apelidos dados a ele pelos críticos; O Grande cara de pedra e O homem que nunca ri. Keaton percebeu que ao não modificar sua expressão, o espectador projetaria suas aspirações sentimentais, sensoriais e morais. Para alguns historiadores, ele é considerado um dos maiores diretores de todos os tempos. Seu filme O General é um dos maiores filmes do cinema mudo.
Pequenos documentários e ficções são os primeiros gêneros do cinema. A linguagem cinematográfica se desenvolve, criando estruturas narrativas. Na França, na primeira década do século XX, são filmadas peças de teatro, com grandes nomes do palco, como Sarah Bernhardt. Em 1913 surgem, com Max Linder – que mais tarde inspiraria Chaplin –, o primeiro tipo cômico e, com o Fantômas, de Louis Feuillade, o primeiro seriado policial. A produção de comédias se intensifica nos Estados Unidos e chega à Inglaterra e Rússia.
As comédias abordavam temas rapidamente absorvidos pelo público, tais como a crítica às instituições convencionais: casamento, escola, ordem pública, numa forma de “criticar a si mesmos”. As comédias mostravam, portanto, roubos grotescos, flertes com a mulher do amigo, mentiras, marcando o surgimento do gênero nonsense.
Os primeiros filmes dos irmãos Lumière
Os vídeos contidos nesta compilação: SAÍDA DA FÁBRICA LUMIÈRE (1895), SAÍDA DO BARCO (1895), CHEGADA DO TREM À ESTAÇÃO (1895), ALMOÇO DO BEBÊ, O (1896), JARDINEIRO REGANDO, O (1896), JOGO DE CARTAS (1896), A PAREDE (1896), CHEGADA DE UM COMBOIO À ESTAÇÃO DA CIDADE (1896).
As revistas femininas nos anos 50 e 60 e seus conselhos
* Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas. (Jornal das Moças, 1957)
* Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seu carinho e provas de afeto. (Revista Claudia, 1962)
* A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas. Nada de incomodá-lo com serviços domésticos. (Jornal das Moças, 1959)
* Se o seu marido fuma, não arranje zanga pelo simples fato de cair cinzas nos tapetes. Tenha cinzeiros espalhados por toda casa. (Jornal das Moças, 1957)
* O noivado longo é um perigo. (Revista Querida, 1953)
* O lugar da mulher é no lar. O trabalho fora de casa masculiniza. (Revista Querida, 1955)
Marina do Amaral Resende. Cursando 1º período de Publicidade e Propaganda - Puc Minas - Poços de Caldas. 
