Home Archive RSS feed Random
Mitos e a Mídia
OUVINDO VOZES
Mitos e a Mídia Marina do Amaral Resende. Cursando 1º período de Publicidade e Propaganda - Puc Minas - Poços de Caldas.
Blog criado para o trabalho de Comunicação e Contemporaneidade.
[Flash 9 is required to listen to audio.]

O Rio de Janeiro continua lindo

O Rio de Janeiro continua sendo

O Rio de Janeiro, fevereiro e março

Alô, alô, Realengo - aquele abraço!

Alô, torcida do Flamengo - aquele abraço

Chacrinha continua balançando a pança

E buzinando a moça e comandando a massa

E continua dando as ordens no terreiro

Alô, alô, seu Chacrinha - velho guerreiro

Alô, alô, Terezinha, Rio de Janeiro

Alô, alô, seu Chacrinha - velho palhaço

Alô, alô, Terezinha - aquele abraço!

Alô, moça da favela - aquele abraço!

Todo mundo da Portela - aquele abraço!

Todo mês de fevereiro - aquele passo!

Alô, Banda de Ipanema - aquele abraço!

Meu caminho pelo mundo eu mesmo traço

A Bahia já me deu régua e compasso

Quem sabe de mim sou eu - aquele abraço!

Pra você que meu esqueceu - aquele abraço!

Alô, Rio de Janeiro - aquele abraço!

Todo o povo brasileiro - aquele abraço!

“Aquele Abraço” (Gilberto Gil, 1969).

Posted on Friday, May 11 2012   Share this

José Abelardo Barbosa de Medeiros (Surubim, 30 de setembro de 1917 — Rio de Janeiro, 30 de junho de 1988), o Chacrinha, foi um comunicador de rádio e televisão brasileiro, além de apresentador de programas de auditório, sucesso na TV dos anos 50 aos 80.
Conhecido como Velho Guerreiro, em 1987 foi homenageado pela Escola de Samba carioca Império Serrano com o enredo “Com a boca no mundo - Quem não se comunica se trumbica.”
Faleceu de infarto aos 70 anos, em 1988, no Rio de Janeiro.

Posted on Friday, May 11 2012   Share this

Quem não se comunica, se trumbica!

Posted on Thursday, May 10 2012   Share this

Cenas marcantes de filmes

Posted on Monday, May 7 2012   Share this

Atuações de Buster Keaton em filmes.

Posted on Monday, May 7 2012   Share this
O humor nos filmes de Buster Keaton, basicamente, se fazia através das chamadas gags; corridas, quedas, fugas. Uma das grandes inovações de Keaton, no entanto, é o fato de sua comédia se basear num personagem impassível, que mantém as mesmas feições diante dos fatos ocorridos. Isso explica os apelidos dados a ele pelos críticos; O Grande cara de pedra e O homem que nunca ri. Keaton percebeu que ao não modificar sua expressão, o espectador projetaria suas aspirações sentimentais, sensoriais e morais. Para alguns historiadores, ele é considerado um dos maiores diretores de todos os tempos. Seu filme O General é um dos maiores filmes do cinema mudo.

O humor nos filmes de Buster Keaton, basicamente, se fazia através das chamadas gags; corridas, quedas, fugas. Uma das grandes inovações de Keaton, no entanto, é o fato de sua comédia se basear num personagem impassível, que mantém as mesmas feições diante dos fatos ocorridos. Isso explica os apelidos dados a ele pelos críticos; O Grande cara de pedra e O homem que nunca ri. Keaton percebeu que ao não modificar sua expressão, o espectador projetaria suas aspirações sentimentais, sensoriais e morais. Para alguns historiadores, ele é considerado um dos maiores diretores de todos os tempos. Seu filme O General é um dos maiores filmes do cinema mudo.

Posted on Monday, May 7 2012   Share this
Pequenos documentários e ficções são os primeiros gêneros do cinema. A linguagem cinematográfica se desenvolve, criando estruturas narrativas. Na França, na primeira década do século XX, são filmadas peças de teatro, com grandes nomes do palco, como Sarah Bernhardt. Em 1913 surgem, com Max Linder – que mais tarde inspiraria Chaplin –, o primeiro tipo cômico e, com o Fantômas, de Louis Feuillade, o primeiro seriado policial. A produção de comédias se intensifica nos Estados Unidos e chega à Inglaterra e Rússia. 
As comédias abordavam temas rapidamente absorvidos pelo público, tais como a crítica às instituições convencionais: casamento, escola, ordem pública, numa forma de “criticar a si mesmos”. As comédias mostravam, portanto, roubos grotescos, flertes com a mulher do amigo, mentiras, marcando o surgimento do gênero nonsense.

Pequenos documentários e ficções são os primeiros gêneros do cinema. A linguagem cinematográfica se desenvolve, criando estruturas narrativas. Na França, na primeira década do século XX, são filmadas peças de teatro, com grandes nomes do palco, como Sarah Bernhardt. Em 1913 surgem, com Max Linder – que mais tarde inspiraria Chaplin –, o primeiro tipo cômico e, com o Fantômas, de Louis Feuillade, o primeiro seriado policial. A produção de comédias se intensifica nos Estados Unidos e chega à Inglaterra e Rússia. 

As comédias abordavam temas rapidamente absorvidos pelo público, tais como a crítica às instituições convencionais: casamento, escola, ordem pública, numa forma de “criticar a si mesmos”. As comédias mostravam, portanto, roubos grotescos, flertes com a mulher do amigo, mentiras, marcando o surgimento do gênero nonsense.

Posted on Monday, May 7 2012   Share this

Os primeiros filmes dos irmãos Lumière

Os vídeos contidos nesta compilação: SAÍDA DA FÁBRICA LUMIÈRE (1895), SAÍDA DO BARCO (1895), CHEGADA DO TREM À ESTAÇÃO (1895), ALMOÇO DO BEBÊ, O (1896), JARDINEIRO REGANDO, O (1896), JOGO DE CARTAS (1896), A PAREDE (1896), CHEGADA DE UM COMBOIO À ESTAÇÃO DA CIDADE (1896).

Posted on Monday, May 7 2012   1 note   Share this
As revistas femininas nos anos 50 e 60 e seus conselhos
* Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas. (Jornal das Moças, 1957)
* Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seu carinho e provas de afeto. (Revista Claudia, 1962)
* A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas. Nada de incomodá-lo com serviços domésticos. (Jornal das Moças, 1959)
* Se o seu marido fuma, não arranje zanga pelo simples fato de cair cinzas nos tapetes. Tenha cinzeiros espalhados por toda casa. (Jornal das Moças, 1957)
* O noivado longo é um perigo. (Revista Querida, 1953)
* O lugar da mulher é no lar. O trabalho fora de casa masculiniza. (Revista Querida, 1955)

As revistas femininas nos anos 50 e 60 e seus conselhos

* Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas. (Jornal das Moças, 1957)

* Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seu carinho e provas de afeto. (Revista Claudia, 1962)

* A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas. Nada de incomodá-lo com serviços domésticos. (Jornal das Moças, 1959)

* Se o seu marido fuma, não arranje zanga pelo simples fato de cair cinzas nos tapetes. Tenha cinzeiros espalhados por toda casa. (Jornal das Moças, 1957)

* O noivado longo é um perigo. (Revista Querida, 1953)

* O lugar da mulher é no lar. O trabalho fora de casa masculiniza. (Revista Querida, 1955)

Posted on Sunday, May 6 2012   1 note   Share this
A Bíblia de Gutenberg

A Bíblia de Gutenberg

Posted on Sunday, May 6 2012   Share this
Page 1 of 3 1 2 3 Next